O dia 29 de outubro foi escolhido para ser o “Dia Nacional do Livro” por ser a data de aniversário da fundação da Biblioteca Nacional, que nasceu com a transferência da Real Biblioteca portuguesa para o Brasil. Seu acervo de 60 mil peças, entre livros, manuscritos, mapas, moedas, medalhas, etc., ficava acomodado nas salas do Hospital da Ordem Terceira do Carmo, no Rio de Janeiro. A biblioteca foi transferida em 29 de outubro de 1810 e essa passou a ser a data oficial de sua fundação.
Mesmo comemorando esse dia nacional, eu mesma não sou de ler literatura brasileira, nem na época de escola que era preciso eu não lia, agora muito menos. Mas cá entre nós, tem leitura mais chata que essa, não tem melhor que a estrangeira.
Faz pouco tempo que comecei a comprar livros, antigamente eu ia mais a biblioteca da cidade, mas comecei a ter necessidade de ter-los. No momento tenho somente 30 obras, mas pretendo sim aumentar esse numero, até mandei fazer uma estante que faz meses que não fica pronta (isso já é outra historia). Hoje mesmo em comemoração há esse dia já fiz minha parte comprando 2 livros, um que eu a tempos queria mas estava esperando baixar o preço e finalmente por R$ 9,99 no Submarino fiz meu pedido do “O Castelo de Vidro” de Jeannette Walls e o outro, para não pagar frete (desculpa) escolhi da Jane Austen “Razão e Sensibilidade”. Eu geralmente demoro pra terminar um livro, não sou viciada em leitura assim como algumas pessoas que eu conheço (minha irmã) que devoram um livro, leio quando tenho vontade e tempo, por que se ao contrario não memorizo os acontecimentos com clareza e a leitura acaba ficando sem graça e noção (sim, eu tenho essa dificuldade). Mas se tem livros favoritos em que saí da orbita quando li e que eu super recomendo são as obras de Markus Zusak, Tatiana de Rosnay, Khaled Hosseini e de Michael Moore autor do primeiro livro que comprei. Sabem quem são eles? Se souberem ótimo, mas se não vou citar algumas obras fantásticas dessas mentes ilustre.
Markus Zusak
Markus Frank Zusak (Sydney, 23 de junho de 1975) é um escritor australiano. Mais novo de quatro filhos de um austríaco e uma alemã, Markus cresceu ouvindo histórias a respeito da Alemanha Nazista, sobre o bombardeio de Munique e sobre judeus marchando pela pequena cidade alemã de sua mãe. Ele sempre soube que essa era uma história que ele queria contar.
“A Menina que Roubava Livros” [ ★ ★ ★ ★ ★] ♥
( The Book Thief )
A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática.Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler.
“Eu Sou o Mensageiro” [ ★ ★ ★ ★ ★]
( The Messenger)
Ed Kennedy leva uma vida medíocre, sem arroubos. Trabalha, joga cartas com cúmplices do tédio,apaixona-se por uma amiga que dorme com todos os vizinhos do subúrbio e divide apartamento com um cão velho. O pai alcoólatra morreu há pouco; a mãe parece desprezá-lo. Certo dia, ele impede um assalto a banco e é celebrizado pela mídia. O ato heróico tem conseqüência. Logo depois, Ed recebe enigmáticas cartas de baralho pelo correio: uma seqüência de ases de ouros, paus, espadas, copas, cada qual contendo uma série de endereços ou charadas a serem decifradas. Após certa hesitação, rende-se ao desafio. Misteriosamente levado ao encontro de pessoas em dificuldades, devassa dramas íntimos que podem ser resolvidos por ele.
Khaled Hosseini
Khaled Hosseini (Cabul, 4 de Março de 1965) é um romancista e médico afegão, com naturalização estadunidense. Hosseini formou-se na escola secundária em 1984 e inscreveu-se na Universidade de Santa Clara, onde ganhou título de Bacharel em Biologia, em 1988. Após alguns anos, ele ingressou na Universidade da Califórnia, San Diego, escola de Medicina, onde recebeu o título de Doutor em Medicina em 1993. Ele completou o período de residência em Medicina Interna na Cedars-Sinai Medical Center, em Los Angeles, no ano de 1996. Khaled Hosseini continua praticando medicina. Khaled Hosseini é casado com Roya Hosseini (sobrenome de casada), e tem dois filhos, Haris e Farah, a quem considera a noor de seus olhos.
“O Caçador de Pipas” [ ★ ★ ★ ★ ★] ♥
(The Kite Runner)
Este romance conta a história da amizade de Amir e Hassan, dois meninos quase da mesma idade, quevivem vidas muito diferentes no Afeganistão da década de 1970. Amir é rico e bem-nascido, um pouco covarde, e sempre em busca da aprovação de seu próprio pai. Hassan, que não sabe ler nem escrever, é conhecido por coragem e bondade. Os dois, no entanto, são loucos por histórias antigas de grandes guerreiros, filmes de caubói americanos e pipas. E é justamente durante um campeonato de pipas, no inverno de 1975, que Hassan dá a Amir a chance de ser um grande homem, mas ele não enxerga sua redenção. Após desperdiçar a última chance, Amir vai para os Estados Unidos, fugindo da invasão soviética ao Afeganistão, mas vinte anos depois Hassan e a pipa azul o fazem voltar à sua terra natal para acertar contas com o passado.
Tatiana de Rosnay
Nascida nos arredores de Paris, Tatiana de Rosnay tem ascendências inglesa, francesa e russa. Ela escreve para a revista Elle francesa e é crítica literária da revista Psychologies. Atualmente, ela mora com o marido e dois filhos em Paris.
“A Chave de Sarah” [ ★ ★ ★ ★ ★]
( Sarah’s Key )
Julia Jarmond é uma jornalista Americana que vive em Paris há 25 anos e é casada com oarrogante e infiel Bertrand Tézac, com quem ela tem uma filha de onze anos. Julia escreve para uma revista americana, e seu editor pede que ela cubra o sexagésimo aniversário da grande concentração no Vélodrome d’Hiver – um estádio no qual dezenas de milhares de judeus ficaram presos antes de serem enviados para Auschwitz. Ao se aprofundar em sua investigação, Julia constata que o apartamento para o qual ela e o marido planejam se mudar pertenceu aos Starzynski, uma família judia imigrante que fora desapossada pelo governo francês da ocupação, e em seguida comprado pelos avós de Bertrand. Ela resolve descobrir o destino dos ocupantes anteriores. É revelada então a história de Sarah, a única dos Starzynski a sobreviver.
Michael Morre
Michael Francis Moore (Flint, 23 de abril de 1954) É um cineasta, documentarista e escritor norte-americano conhecido pela sua postura crítica em relação às grandes corporações, à violência armada, à invasão do Iraque e à hipocrisia dos políticos, sendo particularmente crítico em relação a George W. Bush. Aos dezoito anos foi nomeado diretor de sua escola, convertendo-se em um dos mais jovens funcionários públicos dos Estados Unidos.
“Cartas da Zona de Guerra” [ ★ ★ ★ ★ ★] ♥
( Letters From The War Zone )
Para este livro, Moore selecioneo 107, das milhares de cartas pessoais que lhe foram enviadas pelossoldados durante o conflito – muitas delas dirigidas para seu website – além de cartas de familiares e de veteranos de outras guerras. As correspondências de Michael Moore com o front estão aí para provar que estão equivocados aqueles que pensam que os soldados convocados para a guerra do Iraque apóiam a iniciativa de George W. Bush. Após terem sido enganados sobre as armas de destruição em massa e a conexão entre a al Qaeda e o Iraque e de terem sido obrigados a ampliar as tropas e continuar o combate mesmo muito tempo depois do presidente George W. Bush ter declarado “missão cumprida” no Iraque, esses soldados têm muito a dizer. As cartas expressam suas angústias e frustrações, dores e lágrimas, esperanças e orações, revelando um lado da história que não foi mostrado em nenhum outro lugar.
Pra entrar mais no clima ainda, visite esses sites de livros pra favoritar os seus. Skoob (pt), Shelfari (ing), Library Thing (pt) e Listal (ing).
Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler.
apaixona-se por uma amiga que dorme com todos os vizinhos do subúrbio e divide apartamento com um cão velho. O pai alcoólatra morreu há pouco; a mãe parece desprezá-lo. Certo dia, ele impede um assalto a banco e é celebrizado pela mídia. O ato heróico tem conseqüência. Logo depois, Ed recebe enigmáticas cartas de baralho pelo correio: uma seqüência de ases de ouros, paus, espadas, copas, cada qual contendo uma série de endereços ou charadas a serem decifradas. Após certa hesitação, rende-se ao desafio. Misteriosamente levado ao encontro de pessoas em dificuldades, devassa dramas íntimos que podem ser resolvidos por ele.
vivem vidas muito diferentes no Afeganistão da década de 1970. Amir é rico e bem-nascido, um pouco covarde, e sempre em busca da aprovação de seu próprio pai. Hassan, que não sabe ler nem escrever, é conhecido por coragem e bondade. Os dois, no entanto, são loucos por histórias antigas de grandes guerreiros, filmes de caubói americanos e pipas. E é justamente durante um campeonato de pipas, no inverno de 1975, que Hassan dá a Amir a chance de ser um grande homem, mas ele não enxerga sua redenção. Após desperdiçar a última chance, Amir vai para os Estados Unidos, fugindo da invasão soviética ao Afeganistão, mas vinte anos depois Hassan e a pipa azul o fazem voltar à sua terra natal para acertar contas com o passado.
arrogante e infiel Bertrand Tézac, com quem ela tem uma filha de onze anos. Julia escreve para uma revista americana, e seu editor pede que ela cubra o sexagésimo aniversário da grande concentração no Vélodrome d’Hiver – um estádio no qual dezenas de milhares de judeus ficaram presos antes de serem enviados para Auschwitz. Ao se aprofundar em sua investigação, Julia constata que o apartamento para o qual ela e o marido planejam se mudar pertenceu aos Starzynski, uma família judia imigrante que fora desapossada pelo governo francês da ocupação, e em seguida comprado pelos avós de Bertrand. Ela resolve descobrir o destino dos ocupantes anteriores. É revelada então a história de Sarah, a única dos Starzynski a sobreviver.
soldados durante o conflito – muitas delas dirigidas para seu website – além de cartas de familiares e de veteranos de outras guerras. As correspondências de Michael Moore com o front estão aí para provar que estão equivocados aqueles que pensam que os soldados convocados para a guerra do Iraque apóiam a iniciativa de George W. Bush. Após terem sido enganados sobre as armas de destruição em massa e a conexão entre a al Qaeda e o Iraque e de terem sido obrigados a ampliar as tropas e continuar o combate mesmo muito tempo depois do presidente George W. Bush ter declarado “missão cumprida” no Iraque, esses soldados têm muito a dizer. As cartas expressam suas angústias e frustrações, dores e lágrimas, esperanças e orações, revelando um lado da história que não foi mostrado em nenhum outro lugar.










Sarah Lee 22 anos e capricorniana. Mora no interior de São Paulo mas sonha em poder voltar para o Rio Grande do Sul. Trabalha não estuda (ainda). Ama 














A Arte de Correr na Chuva de Garth Stein 



